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Sonho 2017-06-11T08:27:14+00:00

SONHO

O sonho americano está tão inexplicavelmente ligado ao cinema que acabam se fundindo. Como poderia, então, Steve Jobs, um dos personagens que melhor encarnam o sonho americano no século 20, não se embrenhar na indústria de Hollywood? E, assim, em Steve Jobs, o mito do cinema e o sonho americano se mesclam no feixe de luz das telas de cinema. Assim surge, majestosamente, a Pixar.

Imediatamente após ter sido demitido da Apple, em 1984, Steve Jobs investiu cerca de 5 milhões de dólares para comprar a divisão de computação gráfica da empresa de George Lucas, o famoso diretor de Guerra nas estrelas. Muitos acharam que era uma ação empreendedora bastante arriscada. Na verdade, em retrospectiva, é como se Pelé, aos trinta anos, pendurasse as chuteiras e começasse a jogar basquete, anunciando uma nova carreira esportiva.

Mas Steve Jobs não era louco. Ele, mais uma vez, percebeu, antes de ninguém, assim como fez com o computador pessoal dez anos antes, que também os filmes seriam digitalizados e que os bits iriam dominar Hollywood.

Assim, seduzido pelo fascinante encontro entre arte e tecnologia, à frente de sua nova empresa (renomeada Pixar), começou uma incrível aventura no mundo da animação.

Graças à amizade e às contribuições artísticas do brilhante diretor John Lasseter, entre 1986 e 1995, Steve Jobs investiu um enorme volume de dinheiro, obtendo resultados imediatos, com um primeiro Oscar em 1988, pelo curta-metragem Tin Toy e, depois, um segundo e mais importante, em 1995, para o filme Toy Story.

A Pixar é considerada, atualmente, uma das produtoras mais lucrativas, inovadoras e premiadas da história do cinema americano.